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segunda-feira, 28 de maio de 2012

NOVO FÔLEGO PARA O FUNCIONALISMO DA CEPLAC



Na sede regional do órgão trabalha a maioria dos servidores




A presidenta Dilma Rousseff assinou a Medida Provisória e publicada na edição do dia (14/05) no  Diário Oficial da União, a instituição da Gratificação de Apoio à Execução de Atividades da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (GECEPLAC). Para o público externo, a boa notícia é que a medida provisória (MP) cria condições para, no futuro, o governo autorize a realização de concurso público para a Ceplac, já que define as regras de seu enquadramento funcional.

Mas esse não é o único foco da comemoração do funcionalismo da Ceplac nesse momento. "O mais importante, é, quem está lotado na Ceplac já vai perceber a partir de 1º de julho, uma recomposição de seus vencimentos baseada nessa (MP)", afirma o superintendente Juvenal Maynart.

Para a edição de um futuro concurso, ele afirma que deve haver um entendimento entre os ministérios do Planejamento e da Agricultura. O caminho atual é a transformação da Ceplac em uma autarquia, o que está sendo negociado pelo deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB). "As condições foram dadas a partir dessa (MP), mas a luta segue".

A Medida Provisória assinada pela presidenta Dilma é o resultado de uma luta de três anos da direção-geral da Ceplac, em Brasília, através do diretor Jay Wallace, junto com comissões internas na Sueba e demais superintendências. A gratificação definida pela MP será em torno de R$ 800 reais para quem trabalha 40 horas semanais, e proporcionais para menores cargas horárias, e será paga juntamente com outra gratificação que o governo pagará aos demais servidores da união, sendo que a CEPLAC e o INMET foram os únicos órgãos a serem contemplados com uma gratificação específica para seus servidores.

A notícia foi publicada no blog http://www.otrombone.com.br/


Jornalista da Sueba - Superintendência da Ceplac na Bahia

Domingos Matos
Assessoria de Comunicação da Ceplac

segunda-feira, 14/05/2012












PROJETO DA CEPLAC DE CONSERVAÇÃO PRODUTIVA DO CACAU SERÁ APRESENTADO NA RIO+20


Iniciativa aumenta lucros no campo e preserva meio ambiente

Projeto Barro Preto pretende fortalecer sistema produtivo sustentável existente há mais de dois séculos no sudeste da Bahia.
Sustentabilidade. A palavra que deve ser uma das mais pronunciadas durante a Conferência Mundial das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) remete à preocupação da sociedade com as próximas gerações. E um dos modelos que pode servir de exemplo para o mundo está sendo implantado em uma região que já pratica a sustentabilidade há mais de dois séculos. Trata-se do Projeto Barro Preto, trabalho junto a agricultores que utilizam o sistema cacau-cabruca e desenvolvido de forma experimental desde agosto de 2010 pela Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) da Bahia.
O sistema cabruca é único no mundo. O termo regional é empregado para caracterizar a forma de plantio de cacauais utilizada há mais de 250 anos no sul baiano, que conservou a biodiversidade da Mata Atlântica e permitiu o desenvolvimento da região.
Conservação Produtiva/Projeto Barro Preto - Correção de sombra, adensamento de cacaueiros e plantio de espécies arbóreas. (Foto: Águido Ferreira)
No entanto, a prática foi bastante prejudicada devido à chegada da praga conhecida como “vassoura-de-bruxa”. Segundo o superintendente da Ceplac na Bahia Juvenal Maynart, a produção atual é de aproximadamente 130 mil toneladas por ano, valor bastante inferior as 400 mil toneladas no período do apogeu dos agricultores do cacau. A situação acabou obrigando produtores da região a substituírem o cultivo sustentável por alternativas que degradam o meio ambiente, como as pastagens.
Para retomar o crescimento da produção e ao mesmo tempo incentivar a preservação ambiental, o projeto desenvolvido no município baiano de Barro Preto pretende promover a conservação produtiva. O objetivo é capacitar os produtores para o uso de tecnologias sustentáveis, além de incentivar a diversificação de culturas e possibilitar o sistema de rastreamento global (GPS) das árvores plantadas nas fazendas, método conhecido como georreferenciamento.
Os resultados dependem da adequação das propriedades rurais a partir do manejo para aumentar a produção do cacau. A compensação, no entanto, é benéfica no sentido ambiental, como a reposição entre três e cinco árvores para cada uma que seja necessária retirar. “Com o rastreamento das localidades, as punições para eventuais descumprimentos da lei serão imediatas. Pretende-se, com isso, incentivar o plantio de espécies ameaçadas de extinção, como o Pau-brasil e o Jequitibá”, explicou o superintendente da Ceplac da Bahia, Juvenal Maynart.
Resultados entusiasmam
O projeto-piloto tem com o apoio da prefeitura de Barro Preto, do Sindicato Rural do município e do Centro Mars de Ciência do Cacau, empresa de pesquisa de uma das maiores fabricantes de chocolate do mundo, e conta com a adesão de 12 propriedades. Segundo Maynart, a meta é expandir para 40 fazendas antes de finalizar o período experimental.
“Após essa fase, pretende-se levar aos demais agricultores não apenas os resultados obtidos, mas repassar a tecnologia e conhecimento necessários para a implantação desse modelo produtivo. É uma iniciativa de interesse não apenas do produtor e da população, mas do setor que depende do cacau como matéria-prima”, afirmou. O interesse do mercado é respaldado pelos números: a partir de 2020, vai faltar 1,6 milhão de toneladas ano de cacau, em todo o mundo.
Os resultados são animadores nos locais onde estão sendo realizadas as primeiras experiências do projeto. Na fazenda Bom Jesus, a produção em 2011 de 150 quilos por hectare deve aumentar para 450 quilos/ha, neste ano – a meta do projeto é atingir a produtividade de 900 quilos/ha. De acordo com Manoelito Rodrigues, administrador da fazenda, a expectativa na região não para de crescer.
“Sou líder de uma associação de produtores com mais de 68 membros, que antes pensavam em desistir das plantações de cacau e hoje estão entusiasmados com a possibilidade de aumentar a produção e diminuir os gastos, a partir da utilização das tecnologias que estão sendo testadas”, disse Manoelito. A julgar pela proposta e as consequências benéficas para o meio ambiente, o entusiasmo se estenderá aos que vão ecoar a palavra “sustentabilidade” durante a Rio+20.
Assessoria de Comunicação Social
Ceplac/Diret
Zenilda Araujo

terça-feira, 15 de maio de 2012

Facções disputam pontos de drogas e dividem até presídio em Itabuna.

A direção do Presídio de Itabuna, no sul da Bahia, reconhece que os detentos das duas facções têm que ficar separados. A polícia acredita que a disputa entre os grupos esteja por trás da violência na cidade.

Mauro AnchietaSalvador



Itabuna tem tudo para ser uma cidade tranquila, mas a disputa por pontos de venda de drogas alimenta a violência nas ruas. E não para nem mesmo quando os traficantes são presos.
"Você vê todo mundo falar: ‘sou Raio A ou sou Raio B’. Quem é Raio A, eu vou matar. Se eu sou do Raio B, eu vou matar”, revela um ex-detento que viveu o clima de terror do Presídio de Itabuna, dividido por duas facções rivais. Cada grupo ocupa uma ala do prédio construído para abrigar 480 presos. Hoje, tem o dobro.

“Quando eles vão dar entrada no sistema prisional, quando é feita a revista, é feita a qualificação, eles geralmente indicam: ‘eu pertenço ao grupo do Raio A ou pertenço ao grupo do Raio B ou não pertenço a nenhum grupo”, conta o capitão Nelmir Franklin de Souza, da PM.

A direção do Presídio de Itabuna, no sul da Bahia, reconhece que os detentos das duas facções têm que ficar separados. “Se juntar hoje, provavelmente poderá ocorrer algum conflito, como ocorreu no passado recente, em que tivemos esses dois grupos se enfrentando”, declara o diretor do presídio, Fábio Santana.

A polícia acredita que a disputa entre os grupos esteja por trás da violência na cidade. “Por conta disso, esses indivíduos estão passando pela cidade, encontrando desafetos e efetuando disparos mortais”, declara o coordenador regional da Polícia Civil, Moisés Damasceno.

“Eles não têm o mínimo receio de serem alcançados pela polícia, de serem processados, de serem condenados. E se forem condenados, vão para um presídio que eles dominam”, afirma o sociólogo Carlos Alberto Gomes.

A Secretaria de Administração Penitenciária informa que vem acompanhando de perto a situação do Presídio de Itabuna e que já tomou algumas medidas para amenizar o clima de tensão entre os detentos.

Em nota, a secretaria diz que uma das providências é o isolamento dos chefes desses grupos e lembra que não é permitido aos presos determinar áreas de exclusão na unidade.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

NOVO AEROPORTO DE ILHÉUS SERÁ CONSTRUÍDO PRÓXIMO A CEPLAC E A UESC

E TERÁ CAPACIDADE PARA ATENDER A POPULAÇÃO REGIONAL.

 Aeroporto Jorge Amado

                                     
capacidade no limite

ATUAL AEROPORTO - Em 1981, quando a Infraero assumiu a administração do Aeroporto de Ilhéus, este operava com apenas quatro vôos regulares e um número pequeno de aviões de segundo nível. Nesta época, o aeroporto contava com seis voos diários de porte médio, além dos vôos charters nos finais de semana.

Desde aquela época o tráfego de passageiros aumentou cerca de 80%. Nos finais de ano, o aeroporto registra um incremento de vôos charters originados principalmente de São Paulo, Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. O Aeroporto de Ilhéus/Bahia, opera com oito vôos diários, além dos vôos da aviação geral, é a principal porta de entrada de turistas que visitam as praias do sul da Bahia.

GOVERNO GARANTE NOVO AEROPORTO - O secretário da Casa Civil do Governo da Bahia , Rui Costa, garantiu que o novo aeroporto da cidade poderá mesmo ser construído na rodovia Ilhéus -Itabuna, numa área entre a Ceplac e a Uesc.

Rui Costa afirmou que o projeto com a localização do novo aeroporto já se encontra sob análise da Secretaria Nacional da Aviação Civil e da Infraero. "Estão analisando sob o ponto de vista técnico, e, havendo consenso entre a sociedade e governo, entregaremos a modelagem do aeroporto com urgencia", declarou o secretário.

PARCERIAS - O futuro aeroporto ilheense poderá ser construído por meio de PPP (Parceria Pública Privada). Segundo Rui Costa, o governo vê a obra como prioritária e, como não há recursos públicos disponíveis para realizá-la com a urgência que se pretende, o caminho defendido é a associação com a iniciativa privada.

DE PRIMEIRO MUNDO - O secretário assegurou que Ilhéus terá um grande aeroporto, em condições de atender a população regional. Está previsto um moderno aeroporto de nível internacional, com uma pista de pouso de aproximadamente 3.800 metros, e dois terminais de passageiros que atenda a demanda da sociedade do sul da Bahia.







quinta-feira, 3 de maio de 2012

LULA CHEGA DE BENGALA A EVENTO

Lula chega de bengala a evento no (BNDES) no Rio de Janeiro


DENISE LUNA
LUCAS VETTORAZZO

Visivelmente abatido, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou pela primeira vez de um evento do Rio de Janeiro após o início do seu tratamento contra um câncer na laringe.
Acompanhado do governador Sérgio Cabral, que teve seu nome anunciado em meio às palmas para o ex-presidente, Lula apareceu apoiado em uma bengala, no seminário "Investindo na África: Oportunidades, desafios e Instrumentos para a Cooperação Econômica", realizado pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).
Também mais magro, o governador Sérgio Cabral evitou pela segunda vez a imprensa ao deixar um evento público depois que foram divulgadas fotos suas na França, na companhia do empresário Fernando Cavendish, dono da Delta, empresa investigada pela CPI do empresário de jogos ilegais Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.
Ao sair do evento, o governador evitou a reportagem da Folha, que o esperava na porta de uma área privativa das autoridades, saindo por uma porta lateral.O prefeito Eduardo Paes, que estava na mesma sala com Cabral saiu pela porta da frente.
Antonio Lacerda/Efe


Lula chega a evento de comemoração dos 60 anos do BNDES
Lula chega a evento de comemoração dos 60 anos do BNDES no Rio de Janeiro
Segundo a assesoria de Lula, o motivo do uso da bengala é a fraqueza provocada pelo tratamento contra o câncer, que fez o ex-presidente perder 18 quilos, parte já recuperados, segundo o assessor.
Lula leu seu discurso, uma prática pouco usual, e exaltou a cooperação entre o Brasil e a África, afirmando que o continente e o Brasil estão crescendo em um mesmo momento.
Ele criticou a postura dos países desenvolvidos durante a crise econômica, acusando-os de punir as vítimas da crise (trabalhadores) e distribuir prêmios para os "reais culpados" pela situação econômica mundial que seriam o mercado financeiro e as grandes empresas.
"Os países ricos deram para o sistema financeiro todo o apoio, e para os mais pobres nenhum socorro", disse Lula em seu discurso.